segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Felicidade, quiçá

Buscar uma nova realidade, ou então tentar se encaixar na já existente. Mudar de perfil, de cabelo, de atitude. Trocar tudo de lugar, trocar o papel de parede da sala abandonada. Mudar todo o sentido e a função. Mudanças e mais mudanças. Tudo começa com um discurso dramático sobre a atual posição na qual se encontram, tudo começa na tristeza, na melancolia e na falta de vida. O sentimento é ferrenho, é doloroso demais pra suportar. A vontade de mudar é extrema, e como já mudaram. Mudaram muitas e muitas vezes. Hoje são um e dois, mas já foram oito e oitenta. Todo esse sentimento triste e de tamanha pressão vem acompanhado por xícaras de café, comprimidos e um toque de canela em tudo isso. Elas realmente querem mudar o sentido da vida, ou quase vida que insistentemente levaram por anos e anos de desistência e fracasso. Agora com novo papel de parede, novo nome e quem sabe alguma força renovada, elas recomeçam um projeto de felicidade. Um projeto com metas semanais. Um caminho de pequenos passos pra grande meta de vida, pro grande sonho. Um Caminho pra felicidade. Com café, canela e quiçá, uma vida de verdade.


História real, de uma vida real, de pessoas irreais.

Felicidade? Quiçá, elas não acreditam na realidade.

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