Tudo o que eu sinto e também tudo o que eu ainda não senti são proporcionais a tudo isso que eu chamo de amor. É esse sentimento desenfreado, sem sentido nem dimensão que eu guardei por tanto tempo à espera de um bom pretendente. Foge do heróico, corrói os pilares do romantismo, aquele romantismo bobo de fazer sorrir. Palavras aleatórias ao gostar, sentimento puro, nada de parnasiano. Versos livres pra se viver a verdade, a verdade daquilo que eu sinto que me tira o sono, que me tira a fome e me dá uma vontade de sonhar. Gostar é brincar de adivinha, de colher o maior número de sorrisos. Não tem nada de marketing não, nada de publicidade nisso. Meu amor é a moda antiga. É aquele amor de sentir o cheiro, de sentir o gosto, de levar o café da manhã na cama. È aquele gostar desgostoso, sem etiqueta nenhuma, só amor e muito aconchego. O amor não precisa de regras, e amar já é demais. Gostar é essa simplicidade que eu sinto quando penso em você e quando penso no quanto eu te amo e no quanto isso é recíproco.
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